A prevenção do câncer de boca se treina.
Casos simulados, da desordem potencialmente maligna ao carcinoma, com feedback baseado em evidências.
A suspeita nasce no exame de rotina
A leucoplasia e o carcinoma em estágio inicial muitas vezes são assintomáticos, e isso atrasa a procura do paciente por atendimento.
Leucoplasia e líquen plano oral são comuns
Mesmo quando a consulta tem outro motivo, reconhecer essas desordens faz parte do exame da boca.
Sua conduta pesa no tempo até o diagnóstico
Depois da primeira consulta, o atraso no diagnóstico vem sobretudo dos profissionais e do sistema de saúde. Esse tempo aumenta a cada serviço a mais pelo qual o paciente passa.
O diagnóstico precoce muda a sobrevida
A sobrevida é muito maior quando o carcinoma é diagnosticado em estágio inicial. No Brasil, porém, a maioria dos carcinomas de boca ainda é diagnosticada em estágio avançado.
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Anamnese
Na conversa com o paciente virtual, você decide o que perguntar.
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Exame físico
Você examina a lesão e a descreve como registraria no prontuário.
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Hipóteses e conduta diagnóstica
Você registra até três hipóteses em ordem de probabilidade. Depois, escolhe entre condutas como biopsiar, encaminhar ou acompanhar.
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Biópsia e laudo
Se indicar biópsia, você preenche a requisição do exame histopatológico e interpreta o laudo. Você também recebe o laudo se encaminhar o paciente.
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Conduta terapêutica
Você escolhe a conduta terapêutica e lê sobre o manejo do caso e o desfecho na rede privada e no SUS.
Depois de cada etapa, o feedback explica o que você fez bem, o que faltou considerar e em que literatura cada ponto se apoia.
Comece pelo primeiro caso.